quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PEPE MUJICA:  “A generosidade é o melhor negócio

 para a humanidade. Mas não haverá um mundo 

melhor se não lutarmos para melhorar a nós 

mesmos. Faça de uma vida uma aventura, de não 

apenas sonhar em um  mundo melhor, mas lutar 

por ele, gastar a vida lutando por ele! Isso significa 

que tens que ter em corpo e alma, abrir e viver com

 os valores da maioria. E quando a vida da maioria

 melhorar,  melhorará tudo! Mas não antes!”






Fontes: www.socialismo21.org / enmitrincheiradelucha.wordpress.com /oglobo.com

sexta-feira, 28 de agosto de 2015



Somos  todos Inspetores!
Somos uma página criada com o objetivo de apresentar a inspeção escolar e o seu papel, discutindo a sua atuação na atualidade e a sua importância na qualidade do ensino das escolas públicas mineiras.Faça-nos uma visita!

Click no link: http://shoutout.wix.com/so/1KzoFRlh#/main


sábado, 15 de agosto de 2015

Luiz Melodia e Escola de Música da Rocinha - Cruel

EXPERIÊNCIAS INOVADORAS EM EDUCAÇÃO
Como a inovação desafia sistemas e modelos tradicionais de educação na prática? O InnoveEdu apresenta 96 experiências espalhadas pelo mundo que traduzem cinco importantes tendências capazes de tornar o aprendizado significativo e conectado com as demandas do século 21.

domingo, 9 de agosto de 2015

sábado, 8 de agosto de 2015



Por que comprar no mercadinho da esquina.

Comprar uma cerveja na esquina de casa ou almoçar por 15 reais em um restaurante do seu bairro tem um valor que vai além de apenas suprir suas necessidades. Esse é o conceito do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) ao elaborar o "Movimento Compre do Pequeno Negócio", lançado nesta quarta-feira 5.
A reportagem é de Felipe Campos Mello, publicada por CartaCapital, 07-08-2015.
“Ele é perto da sua casa, o dinheiro fica no seu bairro e gera empregos. É o motor da economia e, quando analisado o conjunto, possui uma amplitude econômica importantíssima.”, explica Luiz Barretto, Presidente da entidade. Para ele, a concepção de pequeno negócio ainda é muito vaga para sociedade brasileira.
“A ideia é juntar um ato de cidadania com um ato de mercado, que faça o consumidor entender porque é importante comprar de uma pequena empresa”, afirmou Barretto.
O quadro maior do setor dá uma dimensão mais ampla do conceito da campanha: mais de 17 milhões de brasileiros vivem com carteira assinada por uma pequena empresa, e o setor responde a 27% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Em São Paulo, já são mais de 2,7 milhões de micro e pequenas empresas. 
Crise econômica
Paulo Solmucci, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (entidade que também apoia a medida), falou sobre o momento econômico do país: “evidentemente a crise existe. Em alguns segmentos e localidades, ela é muito intensa, mas quando você olha o Brasil como um todo, ela não tem a força que os jornais falam. A grande maioria do nosso setor, os pequenos estabelecimentos, estão crescendo até 15 %.”
A opinião converge com a análise de Barretto, presidente do Sebrae. Para ele, o momento é de crise mas também de oportunidade. “Nós vivemos um ano de ajuste, de dificuldade, mas a pequena empresa continua gerando emprego. O saldo do primeiro semestre de 2015 é positivo, entre janeiro e 31 de junho foram geradas 116 mil vagas, muito mais do que as médias e grandes empresas. Estas, por sua vez, apresentaram um saldo negativo em torno de 450 mil vagas."
A presidenta da Associação Brasileira de Franchising, Maria Cristina Franco, seguiu na mesma linha: afirmou que ofranchising, presente em 37% dos municípios brasileiros, fechará o ano de 2015 com um crescimento entre 7,5% a 9%.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/545482-por-que-comprar-no-mercadinho-da-esquina#.VcYVoopPmgM.facebook


domingo, 2 de agosto de 2015


Sabedoria, por Rubem Alves
Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria aumente. As crianças não vêem “a fim de”. Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Vêem porque é divertido ver.
Educar é mostrar a vida a quem ainda não viu. O educador diz:”Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros sobre Psicologia da Educação, Sociologia da Educação, Filosofia da Educação, Didática – mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na Educação, em qualquer um deles.
A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a Educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e forte círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido, inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar. Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é ter. É saber onde encontrar.
A Educação se divide em duas partes: Educação das habilidades e Educação da sensibilidade. Sem a educação da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver.
Nunca houve tanta possibilidade de felicidade quanto agora. Aquilo que já sabemos chega para a gente fazer um paraíso na terra. E por que é que não o fazemos? Porque o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos.
“Formatura”: “formar” é colocar na fôrma, fechar. Um ser humano “formado” é um ser humano fechado, emburrecido. Educar é abrir. Educar é “desformar”. Uma festa de “desformatura”…
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar com os conhecimentos.
A memória não carrega peso inútil em suas malas. Viaja leve. Leva sempre duas malas. Numa, estão os objetos úteis. Noutra, estão os objetos que dão prazer.
Se o conhecimento científico fosse condição para se fazer amor, os professores de anatomia seriam amantes insuperáveis. Se o conhecimento acadêmico de gramática fosse condição para se fazer literatura, os gramáticos seriam escritores insuperáveis.
Texto de Rubem Alves.

sábado, 1 de agosto de 2015




Não existe, nas ações do Ministério da Educação, algo que se possa chamar 
“ideologia de gênero”. O que temos é uma realidade: jovens que em torno dos 14 
anos, uns antes outros depois, percebem transformações no seu corpo e o 
surgimento da questão sexual. Elas e eles se descobrem de formas bem 
diferentes. A grande maioria será heterossexual, mas há uma minoria que será 
homossexual e alguns se descobrirão transexuais.
Mas os números não importam – a não ser para indicar que as diferentes formas 
de viver a sexualidade são uma realidade que se impõe a todos nós. O que 
importa, então, é que todas as pessoas devem ser respeitadas em sua orientação 
sexual, excluída toda forma de abuso. Não se pode impor a alguém uma conduta 
sexual que não seja a sua. Não se pode induzir um heterossexual a se comportar 
como homossexual, nem o contrário. O máximo que se consegue, após muita 
pressão, é fazer a pessoa recalcar o desejo que sente. O que somente gera 
problemas adicionais, para ela e seu entorno.
A escola tem de ser acolhedora na diversidade de modos de ser que há no mundo, 
e isso inclui a diversidade religiosa, étnica, cultural, sexual e de gênero. Sexo é 
apenas um exemplo entre muitos outros, e deve ser discutido à luz do 
conhecimento científico. Na verdade, quando não se trata do sexo na sala de aula, 
o resultado é aumentar a gravidez na adolescência, crescerem as doenças 
venéreas, ocorrer o abuso sexual. Quanto menos se fala de sexo de forma 
científica, mais os adolescentes tratam dele por sua conta, inclusive nas 
plataformas sociais.
Algumas pessoas dizem que cabe apenas à família abordar este assunto. É 
evidente que a família deve educar seus filhos, inclusive falando de sexo e de 
amor. Mas isso não implica proibir a discussão do sexo na escola. Repito: o preço 
do silêncio sobre o sexo é a adolescente grávida, a jovem abusada sexualmente, 
doença venérea, inclusive a letal AIDS, ceifando vidas de rapazes e moças. 
Finalmente: em 2014, no dia 22 de abril, a Câmara dos Deputados modificou o 
texto do Plano Nacional de Educação. O texto original dizia: “São diretrizes do 
PNE a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da 
igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. O novo texto diz que 
um dos objetivos do PNE é a “erradicação de todas as formas de discriminação”. 
Isso, para mostrar que temos um Plano Nacional de Educação comprometido com 
a erradicação de TODAS as formas de discriminação – o que inclui, entre os 
comportamentos a serem corrigidos, o machismo e a homofobia, que são formas 
de discriminação.

terça-feira, 28 de julho de 2015


Venha participar do http://dialoga.gov.br/

"Um país que não tem ênfase na educação e na cultura

 dificilmente avança", disse a presidenta Dilma Rousseff no

 lançamento do Dialoga Brasil.


Via: www.todospelaeducacao.org.br

Escola municipal em Santíssimo garante salto na qualidade de ensino com aulas de reforço

Escola aderiu ao método de reforço e recuperação paralela ao perceber que alguns alunos tinham mais dificuldade de aprendizagem que outros, e não conseguiam acompanhar a turma.
Acompanhe no LINK:


sexta-feira, 24 de julho de 2015



Os professores precisam de atenção e cuidado especial, afinal sua missão é a base de uma sociedade democrática. 

Como disse Rubem Alves " A missão do professor não é dar as respostas prontas. (…) é provocar a inteligência, provocar o espanto, provocar a curiosidade. ” Avante! Vamos cuidar do professor, da escola, do aluno e da nossa Pátria Educadora!

Parabéns Maria Carmo Mellocoelho e à Secretaria Municipal de Educação/Ubá pela iniciativa e empenho! 


domingo, 19 de julho de 2015

 DIMINUIR A VIOLÊNCIA ESCOLAR

Entenda com a Escola Municipal Presidente Campos Salles localizada na favela de Heliópolis conseguiu diminuir a violência do entorno derrubando seus muros.

As novas práticas foram implementadas com base nos princípios que regem a Escola da Ponte, em Portugal: autonomia, responsabilidade e solidariedade.


Com inovações nas práticas pedagógicas e aproximação com a comunidade:

 * derrubou os muros que a separavam da comunidade e também os de dentro das salas de aula;

  * A aproximação com as famílias da região e o projeto educacional inovador;

  * Com o método de ensino baseado na Escola da Ponte, de Portugal, os alunos não têm aulas expositivas, aprendem em grupos, em grandes salões com três professores presentes ao mesmo tempo;

  * Os estudantes ainda participam ativamente da gestão escolar, propondo mudanças e ajudando na resolução de conflitos;

  * A "república de estudantes" elege prefeito, subprefeito, secretários e vereadores;

   * O curso Educação e cidadania, para pais de alunos, foi o primeiro passo para mostrar a importância da comunidade em uma educação de qualidade;

   * Aqueles que frequentaram o curso formaram comissões de integração da escola com o bairro;

    * As pessoas falavam mal da escola, que era violenta, mas então começaram a assumir a responsabilidade e perceberam que podiam fazer alguma coisa;

   * Os alunos se reúnem em grupos de quatro para desenvolver seus roteiros;

   *  E são quatro tipos possíveis dentro do salão: o integrado, com característica interdisciplinar; o intermediário, voltado para aqueles que ainda não dominam a interpretação e produção textual; o de avanço, para os estudantes que não foram completamente alfabetizados; e os roteiros temáticos, desenvolvidos para uma produção mais rápida. São cerca de doze ao ano;

   * No início, a capacitação dos docentes foi feita em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação e Ação Comunitária (Cenpec), hoje a unidade conta com o apoio da Fundação Telefônica e Natura para a formação de professores;

    * O programa, chamado Escolas que Inovam, tem o objetivo de ajudar a incorporar a tecnologia no projeto pedagógico das unidades.

Aprender a Aprender

Aprender a Fazer

Aprender a Conviver

Aprender a Ser

Rubem Alves Fala sobre a Escola da Ponte




José Pacheco e a Escola da Ponte
O educador português conta como é a Escola da Ponte, em que não há turmas, e diz que quem quer inovar deve ter mais interrogações que certezas.
 Acesse o link: 

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/jose-pacheco-escola-ponte-479055.shtml

Escola da Ponte - Parte_1

Escola da Ponte - Parte_2


10 FILMES PARA REPENSAR A EDUCAÇÃO




http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/blog-redacao/10-filmes-para-repensar-a-educacao-338763-1.asp

terça-feira, 14 de julho de 2015

Crianças, já para fora | Daniel Becker | TEDxLaçador



Palestra com Vaniel Becker: Crianças, já para fora! 
22 minutos que valem a pena !!!

Acompanhe texto escrito no link:
http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/07/medico-enumera-sete-pecados-capitais-cometidos-contra-infancia





sexta-feira, 10 de julho de 2015

Olá colegas educadores,
Sempre amei Edgar Morin e achei oportuno colocá-lo aqui também no nosso blog. Imagino que vocês se lembram dele, né? Ele apresentou os desafios da educação para o terceiro milênio, vejam aí:

OS SABERES QUE CONDICIONAM O ENSINO DO FUTURO:
O pensador Edgar Morin escolheu o número 7 para condensar o que ele acredita que são os saberes importantes e necessários a ter em conta no ensino do futuro. Opina acertadamente que não se pode desenvolver uma autêntica educação se está não se apoia na justiça, na democracia verdadeira, na igualdade e na harmonia com o entorno. Para levar um modelo assim à prática Morin pensa os saberes necessários à educação do futuro, mas já tinham que ser do presente.
Edgar Morin esquema 7 saberes0
1.-Um conhecimento capaz de criticar o próprio conhecimento: As cegueiras do conhecimento são o erro e a ilusão. Cada pessoa está condicionada pelo seu próprio mundo emotivo, pelas suas perceções da realidade, pelo seu mundo cultural e por influências sociológicas. As teorias científicas não estão para sempre imunizadas contra o erro. Resulta difícil entender que tenhamos uma educação que visa transmitir conhecimentos e seja cega quanto ao que é o próprio conhecimento humano. Sem aprofundar sobre os seus dispositivos, enfermidades, dificuldades, tendências ao erro e à ilusão, e não se preocupe em fazer conhecer o que “é conhecer”. Temos, por tanto, que introduzir e desenvolver na educação o estudo das características cerebrais, mentais, culturais dos conhecimentos humanos, de seus processos e modalidades, das disposições tanto psíquicas quanto culturais que o conduzem ao erro ou à ilusão.
2.-Discernir as informações chave, tendo claros os princípios do conhecimento pertinenteOs estudantes têm que saber escolher os pontos clave dentro da abundância atual de informação. É preciso escolher o prioritário e analisar os contextos dos problemas e das informações. O que antigamente, utilizando uma bela metáfora, entendíamos como “saber tirar o grau da palha”. Existe um problema capital, sempre ignorado, que é o da necessidade de promover o conhecimento capaz de apreender problemas globais e fundamentais para neles inserir os conhecimentos parciais ou locais. A supremacia do conhecimento, fragmentado de acordo com as disciplinas, impede frequentemente de operar o vínculo entre as partes e a totalidade, e deve ser substituída por um modo de conhecimento capaz de apreender os objetos em seu contexto, sua complexidade e seu conjunto. É necessário desenvolver a aptidão natural do espírito humano para situar todas essas informações em um contexto e um conjunto. É preciso ensinar os métodos que permitam estabelecer as relações mútuas e as influências recíprocas entre as partes e o todo em um mundo complexo. O que pode fazer-se baseando-se sempre no método científico de pesquisa, nas relações causa-efeito e no uso nas aulas do método didático integral da globalização e interdisciplinar.
3.-Ensinar a condição humana: Reconhecer a nossa humanidade comum em que vivemos. E, ao mesmo tempo, a diversidade da nossa condição humana. A humanidade é uma e diversa. Compreender que o “humano” é sempre físico, biológico, psicológico, social e cultural, e essa unidade complexa da natureza humana é totalmente “desintegrada”, não entendida, porque foi artificialmente dividida ou desligada, na educação atual, pelas várias disciplinas. Tomando isto como base, devem levar-se os estudantes a compreender a unidade e a complexidade do ser humano. Utilizando a Didática interdisciplinar.
4.-Ensinar a identidade terrena: A revolução tecnológica permitiu voltar a unir o que antes sempre esteve disperso. A pátria comum é a Terra, por isso temos que lograr um sentimento de pertença à mesma, embora existam diferenças essenciais. É necessário ensinar aos jovens alunos a história da era planetária, iniciada com as navegações portuguesas, seguidas das castelhanas, francesas, inglesas e holandesas, que puseram em comunicação todos os continentes a partir do século XVI. Para o bem e para o mal, o mundo interligou-se. A problemática atual é planetária, porque todos os seres humanos têm problemas e um destino comum.
5.-Enfrentar as incertezas: O século XX derrubou a preditividade do futuro. Caíram impérios que pensavam perpetuar-se. A educação deve ir já unida à incerteza e às reações e ações impredizíveis. Temos que ensinar aos estudantes a estratégia que leve a pensar o imprevisto, pensar a incerteza, intervir no futuro através do presente, com as informações obtidas no tempo e a tempo. É preciso aprender a navegar um oceano de incertezas. O futuro é aberto e incerto, mas temos dados para, pelo menos, tentar minorar as dificuldades.
6.-Ensinar a compreensãoDevemos melhorar a nossa compreensão dos demais, o respeito pelas ideias dos outros e os seus modelos de vida, sempre e quando não atentem contra a dignidade humana. Há que entender os outros códigos éticos, os ritos e costumes. Não marcar ninguém com uma etiqueta. Evitar o egoísmo e o etnocentrismo. Caraterístico este das ditaduras, o nazismo, o estalinismo e o fascismo. Compreender que a compreensão é meio e fim da comunicação humana mas, infelizmente, a educação para a compreensão não se faz em quase que nenhum lugar. Precisamos de compreensão mútua. Precisamos de estudar a incompreensão, o racismo, a xenofobia, o dogmatismo. Para isso temos que desenvolver em todas as aulas e estabelecimentos de ensino de todos os níveis a “Educação para a Paz e a Não Violência”. Como faziam Tagore e Gandhi.
7.-A ética do género humanoEnsinar a verdadeira democracia é um dever ético. Mas também necessita diversidade e antagonismos: a democracia não consiste numa ditadura da maioria. À que soem tender os governos que conseguem nas eleições maiorias absolutas. Os nossos estudantes têm que compreender a natureza “trinitária” do ser humano: indivíduo-sociedade-espécie. A ética indivíduo-espécie consiste no controlo da sociedade pelo indivíduo e do indivíduo pela sociedade, por meio de uma democracia autêntica. A ética indivíduo-espécie implica, no presente século, a construção e efetivação da cidadania terrestre ou planetária.

Fonte:http://pgl.gal/os-7-saberes-necessarios-a-educacao-do-futuro-segundo-edgar-morin/#


domingo, 5 de julho de 2015

Dentro de um abraço - Jota Quest



Dentro de Um Abraço  




·         Letra


O melhor lugar no mundo
É dentro de um abraço
Pro mais velho ou pro mais novo
Pra alguém apaixonado, alguém medroso

O melhor lugar no mundo
É dentro de um abraço
Pro solitário ou pro carente, é
Dentro de uma abraço é sempre quente

Tudo que a gente sofre
Num abraço se dissolve
Tudo que se espera ou sonha
Num abraço a gente encontra

No silencio que se faz
O amor diz compromisso
Baby, baby dentro de um abraço
Tudo mais já está dito

O melhor lugar no mundo, é aqui
É dentro de um abraço

Por aqui não mais se ouve o tic tac dos relógios
E se faltar a luz fica tudo ainda melhor
O rosto contra o peito, dois corpos em um amasso
Dois corações batendo juntos em descompasso

Tudo que a gente sofre
Num abraço se dissolve
Tudo que se espera ou sonha
Num abraço a gente encontra

Tudo que a gente sofre
Num abraço se dissolve
Tudo que se espera ou sonha
Num abraço se encontra

Na chegada ou na partida
Raio de sol ou noite fria
Na tristeza ou na alegria

Tudo que a gente sofre
(Na chegada ou na partida)
Num abraço se dissolve
(Raio de sol ou noite fria)
Tudo que se espera ou sonha
(Na tristeza ou na alegria)
Num abraço se encontra

Tudo que a gente sofre
(Na chegada ou na partida)
Num abraço se dissolve
(Raio de sol ou noite fria)
Tudo que se espera ou sonha
(Na tristeza ou na alegria)
Num abraço se encontra





Fontes das imagens: multiplique.com.br/onocomp.com.br/ maurosilva.com.be/sorisomail.com/saudomeutempo.com.br/

sábado, 4 de julho de 2015

Slides organizados pela equipe pedagógica da SRE/Ubá (2015) para a sensibilização dos educadores em "Práticas Restaurativas no Ambiente Escolar."